quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A inconstância do público indie em Belém

*Olá, caros amigos. Amanhã é Halloween e este post promete rodar, rodar, rodar, até chegar lá.
  • NÃO É SÓ DE STROKES QUE VIVE NOVA IORQUE - Um dos homens mais versáteis e diferenciados desta década, James Murphy, está chegando com uma banda nova. Só o que sabemos até então, é que a gravadora será a DFA de Nova Iorque e que Murphy será baixista, desta feita. Ê Nova Iorque.

  • CIDADE MODELO/ CIDADE... METAL (?) - O Coritiba Foot Ball Club, através de sua torcida, pretende trazer o ACDC para comemorar o seu centenário. É impressionante o tamanho do movimento e o inusitado é como que tanta gente que torce pelo clube, gosta da banda também. A torcida do Coxa, pretende fazer então, o centenário do metaaaaal. Algo jamais visto por aqui. A cidade promete parar. Bom, só não vai dizer isso para os atleticanos. Ou pior. Imagine você, torcedor do Atlético Paranaense e que... ama o ACDC. Que situação!

A INCONSTÂNCIA DO PÚBLICO INDIE EM BELÉM - Eu trabalho este tema há algum tempo. Vamos falar dele então: Belém encontra-se como São Paulo em 2004. Você tem banda, tem público, mas não estúdio, não tem lugares para tocar. Hoje há alguns coletivos de DJs como Quarta Quipariu (hihi), Se Rasgum, Meachuta e o aparentemente já falecido, Pogobol. É importante analisar o sucesso desses coletivos. Mas também é incrível como o Pogobol, por exemplo, foi para o espaço tão rapidamente. Graças a esses coletivos, foi possível analisar o tamanho do público indie/alternativo, em Belém e assustou. O fato, no entanto, é que estamos em processo de desenvolvimento. Eu não me importo com o hype nem até quando uma banda ou um coletivo vai durar. O importante é que eles existam para que através deles, apareçam lugares novos, estúdios novos e enfim... Os roqueiros em geral irão nos agradecer por isso. O detalhe é como é diferente o período em que vivemos. É uma coisa muito "ou vai todo mundo, ou não vai ninguém". Hoje quem faz festa independente sempre tem essa pergunta em mente: "Vai lotar, ou ninguém vai?" Isso tudo ainda é muito misterioso.

  • QUE PÚBLICO É ESSE? - Como não poderia ser diferente, a gente acaba vendo wanna be, ex paty, pessoas em transição, empolgados, simpatizantes, compondo um lugar antes seleto. É natural. É o novo, é o que chama gente. Torcemos então para o crescimento necessário, veja você. Nada mais que isso. Deixemos o Pop Som chamar a multidão para fazer o T...

  • A ELITE E O TECHNO BREGA - Curioso como quem tinha mais dinheiro falava mal dos bregueiros. Falava que era coisa de pobre e tudo mais. No entanto, bastou o techno brega se fazer presente no popular "Fantástico", da Globo, que virou moda e "todo mundo" resolveu... mudar de idéia. É engraçado e louco, como a galera da graaana vai fazer o T na... AP, hodiernamente.

O ARCTIC MONKEYS COMO PROVA DO CRESCIMENTO - Berros, brincadeiras, gritos, cinema lotado. Não, não foi a estréia de Jogos Mortais V. Foi o Arctic Monkeys. Foi incrível e eu não esperava tudo isso jamais. Leia um pouco mais aí embaixo:

  • Em uma quarta-feira, no Castanheira, deu para ver que os frutos do crescimento da cena estão sendo colhidos. Molecada em peso, garotas gritando quando o Alex Turner aparecia, como se fosse o... John Travolta. Até eu sempre tão chato com o povo da gritaria, não me importei. Lembrei da carência do nosso povo e o quanto eles gostariam de estar em um show desses. E o fim foi perfeito, showzaço, o Arctic Monkeys escolheu Belém e Belém respondeu.

HALLOWEEN - Eu ia falar sobre o que anda acontecendo com os filmes de terror, mas isso é um tema bem grande e que vem depois. Desde já, desejo feliz dia das bruxas, não se esqueçam que o momento no pop é dos vampiros e que terá um vampiro discotecando sinistramente no café com arte.

* Na volta tem o Skins, o Círio e as suas consequências, a música indie nos estádios europeus e um tema surpresa. Travessuras ou gostosuras?

terça-feira, 28 de outubro de 2008

12:51

"12:51 is the time my voice
Found the words I sought...
Is it this stage I want?"
The Strokes, em "12:51"
"My old friend
I swear I never meant for this
I never meant"
The Bravery, em "An honest mistake"
  • A MÚSICA INDIE ESTÁ EM TODOS OS LUGARES - O ano é 1999. A internet mostra sua força, a música eletrônica desaparece e a música pop despenca. Todos esses acontecimentos guiaram o mundo para a música alternativa. É simples: através da internet, várias bandas começaram a poder colocar sua músicas visíveis para o mundo. O myspace revelou o Arctic Monkeys, por exemplo, que teve um perfil criado por fãs e quando a banda lançou CD, todo mundo já o tinha. Ainda sim, bateu recorde de venda provando que aqueles que lutam contra a pirataria e a possibilidade de você baixar um CD, não estão bem coerentes nessa história. Paralelo ao acontecimento da internet, ninguém mais acreditou na música eletrônica e ela ficou... esquecida. Por fim, a música pop deixou de agradar os publicitários e o próprio público. Com tudo isso, você olha no pop, não vê nada, vai na eletrônica, ela vai de mal a pior, daí então, você olha para (?)... a música indie, não tem jeito. Ainda mais com milhares de bandas dando sopa na internet...
  • Bom, o fato é que hoje, em 2008, nós temos cada dia mais bandas se fazendo na internet, temos as principais empresas telefônicas realizando festivais de música independente, o "Fantástico", da Globo, adotou o som indie em suas reportagens e é claro, a TV por assinatura não poderia ser diferente: seja nos programas de moda, seja nas reportagens esportivas, as bandas independentes fazem a festa. "An honest mistake", do Bravery, parece ser a favorita para o futebol, seja ele do Sportv, ou da ESPN. Falando em "A Favorita", este é o nome de uma das novelas da Globo para quem não sabe. Eu não assisto, mas o cúmulo do ano foi "That's not my name", do Ting Tings, fazer parte do CD da novela. Sobre tudo isso solto a velha frase " é bom mas é ruim".
STROKES CONFIRMADÍSSIMO - Caiu uma bomba em Nova Iorque. Não, não foi um novo ataque terrorista, muito menos a crise econômica. O que aconteceu foi que a melhor banda desta década disse que volta aos estúdios em fevereiro. Ano que vem tem CD novo do Strokes, não esqueçam. Fabrizio Moretti, baterista brasileiro da banda, pediu toda atenção dos fãs do Brasil.
*Por falar em Strokes, na semana passada algo bem bizarro me surpreendeu. Em casa, gripado e com febre, minha diversão era ver TV e olhar o relógio. Nessa brincadeira, por quatro dias seguidos olhei quando o relógio marcava 12:51. "12:51" é musicaça do Strokes que tem até a ver com a semana que vivi...
  • Espero que seja só isso.
IAN CURTIS ERA BOM MÚSICO MAS NÃO BOA GENTE - Eu curtia o Ian Curtis. Assim, nada de especial visto que nos anos 80, muita coisa me agrada tanto ou mais que Joy Division. Porém o mais problemático que eu imaginasse que ele fosse, ainda sim nada seria frente ao que me mostrou o filmaço "Control", que conta a vida dele. Nada honesto, loucão, mundo deprê e epilepsia, mataram literalmente Ian. O filme é triste, você sai totalmente sem ação, mas eu recomendo.
ARCTIC MONKEYS NO CASTANHEIRA - Pioneira no mundo globalizado graças à internet (como já foi citado hoje), a banda inglesa chega aos cinemas do mundo todo e para sua, minha e nossa surpresa, as imagens chegarão em Belém, veja você. A partir das 21:05, o Castanheira todo ouvirá " Brianstorm", hehe. Adrenalina pura!
  • Volto depois com o Coritiba festejando centenário com... Metal. Falarei também sobre o Skins, o Círio e as suas consequências, a música indie nos estádios europeus e um tema surpresa. See you soon.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Indie x Emo

Eu começo escrevendo, que eu não ia escrever hoje. Sei lá, ia ser amanhã, penso. Bom, mas já que estou aqui, não irei decepcioná-los.
O problema, é que o problema é um problemão e eu precisei me fazer presente, entende?
Here we go.

A Socialização dos pombos: Os pombos, coitados, ficaram de lado. O post anterior objetivava falar sobre eles, mas por ser o último assunto acabou... não sendo. Agora com o surgimento de uma matéria minha bem grave, forte e necessária, eu acabei voltando aqui para contar logo e antes de tudo, falarei sobre os pombos. Que fenômeno é esse que os pombos estão virando animais de estimação em Belém? Só eu percebo isso? Será que estou neurando sem motivo? Certamente não obterei respostas para essas perguntas. Mas a questão é, que todo dia, ao ir para aula, encontro com os pombos, eles não saem da frente, não tem o mínimo respeito e isso é profundamente constrangedor. A impressão que tenho, é que o mundo evolui e Belém continua imóvel nesse sentido. A situação se tornou assim, pois me parece que as pessoas acham que o pombo é um animal de estimação bonzinho e lindinho. Se fosse há anos atrás, eu poderia entender, mas hoje sabemos que o pombo nos causa várias doenças dentre elas a leptospirose. O pombo seria então um rato voador, certo? Eu vejo assim, mas a falta de instrução em um mundo tão evoluído, parece não permitir o mesmo por parte de muita gente.
Fica aqui o meu protesto e no segundo turno vocês já sabem, votem com consciência. Votem em alguém que irá tirar os pombos da sua frente.

Fall out boy e os gays: A banda emo Fall out Boy resolveu fazer uma doação. Você aí, todo nerdzinho / saca tudo, achou que eles fizeram o que todos fazem para ter boa imagem na mídia, certo? Aquela doação para... crianças necessitadas. Poxa, se não for isso, foi para os... aidéticos? Bom, dessa vez não. O Fall out boy acaba de doar 50 mil dólares, para um campanha que visa impedir o retorno da lei que proibe casamentos entre homossexuais, na Califórnia (terra da boa forma e também de muitos gays). Finalmente, se for para o fim do preconceito, eu até entendo e torço mas a quantia me assusta. Reflitam.
  • Indie vs Emo: Essa é a notícia que é nova mas não é e ainda sim é a notícia da hora. Sacou? Tudo começa no meu fotolog no dia 02/11/06. Ê, brincadeira. É claro que não começa lá, mas nessa data, eu postei sobre a con-fu-são que estava tendo entre o Indie e o Emo. Brandon, o poderoso do Killers, havia declarado que gostaria de "matar todas as bandas emo do planeta" e teve gente do Panic! at the disco que se mordeu. Como resposta, o baixista do Panic! disse: "Brandon Flowers? Esse cara pode apodrecer no inferno". Ai, ai. Antenadíssima no papo, uma garota de Belém que residia no Rio, veio ao meu fotolog comentar e acrescentou que leu sobre uma outra confusão sobre o Killers e o Fall out Boy. Eu confesso que essa eu perdi, poxa. Mas então, eis que dois anos depois...Vá, beba uma água. Eu permito. Ufa. Vamos lá: você já ouviu falar em Rick Bonadio? Se não, saiba que ele é respeitado no Brasil. Mas a questão é, o que precisa para ser respeitado no Brasil? No caso de Rick, ele é produtor das bandas emo: Glória, NX Zero e a gaúcha Fresno. Além disso, ele esteve com os Manonas, enquanto vivos e está junto com Charlie Brown Jr e CPM 22 até hoje. O Bonadio é dono do selo Arsenal Music e você não deve estar entendo nada sobre aonde eu quero chegar, certo? Acontece que Bonadio meteu o pau nos festivais de música independente. A razão, na minha opinião, se chama dor de cotovelo. Fora um mau gosto de dar medo também. Bonadio foi capaz de dizer que Ivete Sangalo é o que melhor acontece nesse país. Nós o entendemos, né? A questão toda dessa história é que o meio indie responde sem responder. É isso mesmo. Ninguém falou nada sobre Bonadio, mas o papo que rola no indie, é que ele estaria com muuuita dor de cotovelo porque o Paulo André, do festival Abril pro Rock, tem o festival mais forte desse país tendo trazido esse ano o Peter, o Bjorn e o John, além de toda a Suécia que nós conhecemos sem o Abba.
Veja agora alguma perguntas e respostas que nos fazem entender bem por que o poderoso Rick anda falando besteira:

Pra você, qual é o maior artista da atualidade no Brasil? Ivete Sangalo.
O Brasil está passando por um momento no qual muitas bandas estão circulando por festivais independentes pelo país. Você tem acompanhado essa movimentação? Você acha que o mercado nacional está passando por um bom momento? Não, acho o momento muito ruim. Tem muita gente fraca achando que é boa. Os festivais independentes são péssimos. Falta criatividade e letra. Falta tocar melhor, falta muita coisa.
Qual foi o trabalho mais difícil que você já fez? Rodolfo e ET. Gravar voz era muito divertido, mas muito difícil. Vendeu muito.


Aí a questão não é qualidade, mas sim quantidade. Não devo falar mais nada. Meu ego não permite.
Depois eu volto com uma matéria especial sobre o Skins, com o que eu toquei na Quarta, com o filme "Control", do Joy Division, com Joy na Quarta e muito mais.





sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A socialização dos pombos

"Life can be a bad surrender
All those things they did for you
Sometimes you just want to...
Get away, stop the train
Keep on me insane
You just want the best for you"
Vinil Laranja, em "Mathias"
"A total eclipse in the teeth of the risk
The tongue is a twist, perpetual bliss
Forever midnight, forever midnight..."
Queens of the Stone Age, em "Sick, Sick, Sick"
  • Atenção que esse post está bem pesado, já perceberam, não?
O Se Rasgum e eu: Sem surpresas. Tirando o que o Daniel Peixoto faz em cima de um palco, nada me surpreendeu no festival do ano. Tudo que fui olhar porque sabia que era bom, assim foi. Óbvio que me agradou ouvir o Mini Box Lunar que veio diretamente do meio do mundo para tocar aqui, e que tiveram coisinhas um pouco menos relevantes, mas até boas de se ver. Eu disse de "ver". Nada de comentar ou escrever, entenderam bem? Mas fiquem tranquilos, pois o que achei de melhor eu falarei ao longo deste objetivo (como sempre) post.
Shout out louds e Belém: Então: lindo, gostoso, saboroso... Não, eu não estou me referindo a nenhum membro do Shout out louds, mas sim do show deles. Eu posso dizer que na verdade foi um pouco mais vibrante do que eu realmente imaginava. O fato é que se eles são hypados faz tempo no Reino Unido com música em seriado, propaganda e afins. Por aqui o sucesso foi desde o show com muita garota babaando e agora me parece que muita gente anda ouvindo mais a banda. Dizem até que existem DJs querendo tocar mais. Cof.
  • Extra, Extra: Falando em DJ, vem aí o ... Dj Hero. É isso mesmo, na era em que o Paul (é, aquele mesmo dos Beatles, dos anos 60) está com projeto eletrônico quase pronto, o DJ Hero chega para substituir o Guitar Hero no mundo dos games, que beleza!

(Atualizado em 07/10/08)

  • Fim das provas, tudo tranquilo e uma bomba explode na cidade das mangueiras. Eu ainda nem tive tempo de dizer o que foi o Autoramas no Se Rasgum, daí eles voltam. É isso mesmo, pouquíssimo tempo depois, o Autoramas é convocado pela Secult com o intuito de ser atração para o Círio e toca hoje na... casa das onze janelas. Aonde o indie foi parar...

Autoramas e o fim: Penso que essa vinda seguida mostra o atual mau momento do Autoramas. Sei lá, não que Belém seja tão ruim assim, nem sou de ficar criticando, mas antes eles não tinham esse tempo todo para vir, convenhamos. Bom, fortaleço minhas palavras porque o show no festival foi cansativo. Apesar de bons músicos, e de terem boa presença de palco, tanto de uma forma, como na outra, eles deixaram a desejar. O fato é que eu não esperava algo muito melhor visto que não curto as últimas músicas, todavia um cover do Elvis e a clássica "Fale mal de mim", deixaram o show menos feio e assim o encerraram. No entanto, o povo gostou do show de uma forma geral e tinha até uma garota que parecia ser do fã clube, pirando e batendo em todos na minha frente. Eu me senti obrigado a dar um toque nela... Há dois anos atrás eu piraria peso com o Autoramas, hoje a banda me parece próxima do fim. Prontofalei.

QOTA e o Vinil: As coincidências não param. Após eu ter tocado o single "Mathias", do Vinil Laranja e em seguida ter mandado "Sick, sick, sick", do Queens of the Stone Age, como já foi dito por aqui, resolvi tocar outra do Vinil: "Shoot the little sister". Em uma festinha fechada assim no mês de julho, bem tipo as festas que o Ting Tings fazia ano passado, alguém do Vinil me deu um CD demo com 6 músicas que estariam no primeiro e já existente CD da banda. A primeira faixa logo, já foi usada. De todo modo, eu comecei falando em coincidência, não algo óbvio e coincidência, é que eu fechei meu set tocando "Shoot the little sister", e o DJ que entrou depois, adora QOTA e começou com "In my head". Daí mesmo sem ter muita noção que tava fazendo uma combinação linda, ele fez. Posso dizer que foi por acaso, pois vi o set dele antes, mas ele nem tem noção de como ele fez as pessoas felizes com Vinil plus QOTA.

O Montage e o techno brega: Bem, não podemos pular essa parte? Ruun. Ok, vamos lá. Falando em bandas que voltam, o Montage também voltou. Mas aí é outro departamento. Primeiro que de certa forma o Montage ainda está começando, depois que Fortaleza também de alguma forma é aqui do lado e finalmente o fator principal: vitrine nacional de um ritmo brega pop, o techno brega não agradou muito Daniel Peixoto. Ele achou incrível o público aqui, seu show foi invadido (está no YouTube) por deus, o mundo, a torcida do Flamengo, mais cinco e o... Dan que é nada mais nada menos que o "adoro quarta's next top model", veja você - porém esse ritmo do Pará, é muito forró, segundo Daniel Peixoto e este aqui assina embaixo. Logo, ele (Peixoto) não gostou. Por outro lado, gostou do DJ de techno brega que tocou no Se Rasgum e voltou para fazer algo de repente válido. Tocar Benflogin com o ritmo da terra. Há. Vai que fica igual o She Wants Revenge...

  • Só para deixar claro, ele gostou da pessoa do DJ paraense. Haha.

A Quarta e o quipariu: Acontece amanhã a edição macabra da maior festa indie do meio de semana norte/nordeste. Hehe. A Quarta do mês do Halloween, parece realmente ser má. Bom, já que eu adoro falar em coincidências, tenho que dizer que a Quarta terá sua sexta edição com ingresso custando 6 reais, assim como foi na anterior e terá 6 horas de festa, certinho. Something wrong? /MEDO. Bom, chega do número 6. Sendo assim, a festa vai começar 20 horas e não mais 18. Boa Quarta para vocês.

  • Antes da quarta... tem Skins. Hoje à noite acaba tudo. É o fim da Segunda temporada da melhor série do mundo. /shora galere.

Enquanto isso, eu vou ler um livro do Nietzsche e depois eu volto com o Fall out Boy e os gays e enfim, o tema paraense da vez: A Socialização dos Pombos.