"12:51 is the time my voice
Found the words I sought...
Is it this stage I want?"
The Strokes, em "12:51"
"My old friend
I swear I never meant for this
I never meant"
The Bravery, em "An honest mistake"
- A MÚSICA INDIE ESTÁ EM TODOS OS LUGARES - O ano é 1999. A internet mostra sua força, a música eletrônica desaparece e a música pop despenca. Todos esses acontecimentos guiaram o mundo para a música alternativa. É simples: através da internet, várias bandas começaram a poder colocar sua músicas visíveis para o mundo. O myspace revelou o Arctic Monkeys, por exemplo, que teve um perfil criado por fãs e quando a banda lançou CD, todo mundo já o tinha. Ainda sim, bateu recorde de venda provando que aqueles que lutam contra a pirataria e a possibilidade de você baixar um CD, não estão bem coerentes nessa história. Paralelo ao acontecimento da internet, ninguém mais acreditou na música eletrônica e ela ficou... esquecida. Por fim, a música pop deixou de agradar os publicitários e o próprio público. Com tudo isso, você olha no pop, não vê nada, vai na eletrônica, ela vai de mal a pior, daí então, você olha para (?)... a música indie, não tem jeito. Ainda mais com milhares de bandas dando sopa na internet...
- Bom, o fato é que hoje, em 2008, nós temos cada dia mais bandas se fazendo na internet, temos as principais empresas telefônicas realizando festivais de música independente, o "Fantástico", da Globo, adotou o som indie em suas reportagens e é claro, a TV por assinatura não poderia ser diferente: seja nos programas de moda, seja nas reportagens esportivas, as bandas independentes fazem a festa. "An honest mistake", do Bravery, parece ser a favorita para o futebol, seja ele do Sportv, ou da ESPN. Falando em "A Favorita", este é o nome de uma das novelas da Globo para quem não sabe. Eu não assisto, mas o cúmulo do ano foi "That's not my name", do Ting Tings, fazer parte do CD da novela. Sobre tudo isso solto a velha frase " é bom mas é ruim".
STROKES CONFIRMADÍSSIMO - Caiu uma bomba em Nova Iorque. Não, não foi um novo ataque terrorista, muito menos a crise econômica. O que aconteceu foi que a melhor banda desta década disse que volta aos estúdios em fevereiro. Ano que vem tem CD novo do Strokes, não esqueçam. Fabrizio Moretti, baterista brasileiro da banda, pediu toda atenção dos fãs do Brasil.
*Por falar em Strokes, na semana passada algo bem bizarro me surpreendeu. Em casa, gripado e com febre, minha diversão era ver TV e olhar o relógio. Nessa brincadeira, por quatro dias seguidos olhei quando o relógio marcava 12:51. "12:51" é musicaça do Strokes que tem até a ver com a semana que vivi...
- Espero que seja só isso.
IAN CURTIS ERA BOM MÚSICO MAS NÃO BOA GENTE - Eu curtia o Ian Curtis. Assim, nada de especial visto que nos anos 80, muita coisa me agrada tanto ou mais que Joy Division. Porém o mais problemático que eu imaginasse que ele fosse, ainda sim nada seria frente ao que me mostrou o filmaço "Control", que conta a vida dele. Nada honesto, loucão, mundo deprê e epilepsia, mataram literalmente Ian. O filme é triste, você sai totalmente sem ação, mas eu recomendo.
ARCTIC MONKEYS NO CASTANHEIRA - Pioneira no mundo globalizado graças à internet (como já foi citado hoje), a banda inglesa chega aos cinemas do mundo todo e para sua, minha e nossa surpresa, as imagens chegarão em Belém, veja você. A partir das 21:05, o Castanheira todo ouvirá " Brianstorm", hehe. Adrenalina pura!
- Volto depois com o Coritiba festejando centenário com... Metal. Falarei também sobre o Skins, o Círio e as suas consequências, a música indie nos estádios europeus e um tema surpresa. See you soon.
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